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Avante Renegados, beleza!!

Chegamos a mais um Breaking Bob!! Bora falar um pouco das “coisas da vida”, focando em um dos lemas que eu tenho tatuado: Workhard/Playhard. Tudo começou na época que eu era mais novo e acabei vindo morar para a Zona Oeste, no Butantã. Como toda criança de uma época sem internet, a intenção sempre era a convivência social, brincadeiras e escola, sem preocupações com obrigações ou coisas do tipo. Meus pais sempre procuram me dar tudo do bom e do melhor: roupas, tênis, videogames, brinquedos e por aí vai. Claro que você, por mais que fosse uma coisa normal e natural de proteção, acabava se acostumando a ter as coisas na sua mão, sem algum valor, sem esforço. Sim, fui por um tempo aquele filhinho de papai.

Aí, meu irmão, você vai crescendo,  alguns obstáculos vão surgindo, e a vida vai te mostrar de uma forma ou de outra, quais são suas regras. Eu fui um daqueles que acabou aprendendo na raça. Lembro muito bem no dia que meus pais resolveram se mudar de São Paulo, e resolvi morar sozinho. Galera, é foda viver de Fast Food. Bora aprender a fazer alguma coisa! Lavar roupa? Arrumar a casa? Caraca, não sabia nem por onde começar. E foi um bom tempo assim, me virando nos 30 em muita coisa. Então você resolve arrumar um job: nada é fácil quando você nem sabe o que fazer ou onde procurar. Acabei optando para o que eu sei fazer de melhor: ser criativo, maluco e determinado! E deu certo! A facul dando um UP, e um estágio decente, perfeito!  Agora já era, é o seu dinheiro, seu jogo! E você começa a dar muito mais valor para as suas coisas, para a sua vida, seus projetos. Tempo começa ser um fator decisivo para muita coisa: sua mina, seu dog, seu entretenimento, suas obrigações… tudo em torno disso. É meu, ainda mais quando tem pessoas que dependem de você ser o melhor a cada dia. Mas o mais importante: NUNCA DESISTINDO!

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Isso que me intriga hoje em dia: algumas pessoas não se dão o valor, nem luta por algo ou tenta mudar de vida. São acomodadas ao seu estilo de viver e reclamam de boca cheia. Às vezes fico refletindo se eu tivesse mais o meu modo de pensar que eu tenho agora na época que eu conseguia ter mais apoio financeiro da minha família, o quanto eu poderia ter investido em projetos e formação mais profissionais. É foda que ninguém se importa com isso hoje, nem com a própria vida. O tanto de jovens que morrem por besteira, ou ídolos que se acabam por aquele alívio temporário, sempre esperando aquele solução, não indo atrás dela. Ou por um ciúme possessivo, tem a coragem de tirar a vida da pessoa que supostamente curte, ou a própria, e não se importam com mais ninguém. Vão pensando que na vida tem “ continue”.

Não quero ser o dono da verdade, não, mas estou apenas deixando algo que funcionou comigo. Lutar pelo seu espaço, para suas coisas, ver o quanto você pode se garantir a tempo de ser uma pessoa independente, ser responsável pelas suas coisas, ter uma meta, ser determinado. Não ficar acomodado na sua bolha, saca? Tem que dar a cara a tapa para o mundo saber quem você é, para você saber também quem é você e se seus ídolos e coisas que você acredita são tudo isso mesmo.

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Valeu pessoas e até a próxima!

ASSBob