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“O DRN é bom para você” – Capitã Maldonado

Fala, renegados! Beleza? Vou deixar clara uma coisa para vocês: eu nunca gostei tanto de ficção científica que durasse mais que um filme, mas, essa semana, eu parei para assistir Almost Human e a série me fez mudar esse fato sobre mim.

Estamos no ano de 2048, a evolução da tecnologia começou a fugir do controle e a polícia não está preparada para os criminosos com esse tipo de tecnologia em mãos, por isso cada policial humano deve ter como parceiro um “sintético”, mas, assim como o Dorian, eu não sou muito fã desse termo.

A história gira em torno do Detetive John Kennex, que, depois de uma emboscada, perdeu uma das pernas e teve que substituí-la por uma perna sintética, o que o deixou um tanto quanto estressadinho ao voltar ao trabalho.

Depois de um pequeno assassinato acidente com o MX-43 – androides feitos para trabalhar racionalmente, a partir de cálculos e todas as coisas chatas racionais – designado a ele como parceiro, ele é colocado com o DRN, Dorian – os DRN são feitos a partir de um programa chamado Alma Sintética, que faz com que eles tenham, como todo humano, intuição, emoções e, portanto, dependendo do por quanto eles passam, isso pode fazer com que não estejam mais aptos para o trabalho, então esse tipo de androide foi desativado devido a muitos defeitos e, assim, substituídos pelos MX.

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O que me chamou a atenção na série foi a relação de amizade entre Kennex e Dorian, uma amizade tão improvável em que o robô humaniza o humano. Além disso, as investigações policiais são bem variadas e bem interessantes.

PS: No Brasil, Almost Human é transmitida pela Warner Channel todas as quintas às 22h25.

bea