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Avante Renegados! E o X1 de hoje está com ares caribenhos! SIM! Falaremos hoje sobre o mais recente jogo da série de maior sucesso da Ubisoft, ASSASSIN’S CREED IV: BLACK FLAG!!!
Este na verdade é o sexto jogo para consoles da série, sem contar com os DLCs de cada um e de versões para portáteis. E desta vez temos um assassino completamente novo porém com um sobrenome Familiar. Edward Kenway, que na cronologia assassina é o Avô do protagonista de Assassin’s Creed III, Ratonhnhaké:ton conhecido carinhosamente por nós como Connor.

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Este jogo nos leva de volta ao Caribe do início do século 18, o berço dourado da pirataria, onde grandes nomes como Charles Vane, e Edward Teach, o temível Barba Negra, fizeram sua fama.
Conhecemos Edward, um marinheiro trabalhando com corsários, com uma esposa grávida em casa e sonhos de riqueza e de uma vida melhor que a de um empregado. A situação toda é mudada quando sua esposa o deixa, por não aguentar que seu marido não fique em casa e não se conforme com a vida que tem, fazendo assim com que Ed se entregue completamente ao trabalho corsário. Sua sorte muda quando o navio em que esta é afundado e acaba se tornando naufrago em uma ilha, onde se encontra com um dos caras que estava no outro navio. Curiosamente o cara veste um manto muito familiar com um capuz. Após matar o infeliz e roubar seu manto, começa a aventura de Edward Kenway e o jogo propriamente dito.

A primeira coisa em que fiquei atento foi para os lendários Bugs do Assassin’s Creed. Quem jogou o III sabe do que estou falando. Não são tão frequentes, mas quando acontecem, realmente incomodam. Ficar preso entre a terra e o limbo, e outras coisas assim são bem chatas. E adivinhem só? Ainda estão lá! Que tristeza Ubisoft… mas isso é só um pequeno problema em meio ao um turbilhão de qualidades. Este, na minha opinião é o jogo mais divertido da série. O que menos cansa de jogar, pois além da trama principal, existem milhares de coisas para se fazer. E para um jogo como este, o fator “repetitivo” é quase que esperado, mas aqui não aconteceu. As missões em suma, seguem alguns padrões? Sim. Mas todas possuem elementos diferentes e possibilidades diferentes. Aqui temos as tradicionais missões de Siga e Mate, Escute a Conversa, Lute Com Uma Renca De Gente e Ache Aquele Artefato/Lugar. Mas fora isso há também as missões navais, feitas no comando de seu navio, o Jackdown ou Gralha, como preferirem. Missões essas que sentimos o gostinho no Assassin’s Creed III e as vemos em toda a plenitude e diversão no IV. Só que desta vez você não é o bom moço que era o Connor. Você é um maldito pirata! Um mandrião! E como tal depois de derrotar outro navio, você pode (deve) saqueá-lo, no melhor estilo Piratas do Caribe, com marujos pulando para o outro navio, disparando suas armas e muita porradaria com espadas no convés inimigo. Na boa, é difícil cansar de fazer isso. Sem falar do cenário. Os mares Caribenhos transformados em um dos maiores cenários de mundo aberto que já tive o prazer de explorar a navio em um game.

Um dos pontos onde eu havia criado uma expectativa grande, foi o jogo fora do Ânimus. Ou seja, fora da pele do capitão Ed e na pele de… seja lá quem for. Pois é. O fim do jogo anterior tornava difícil de imaginar como fariam uma sequência. E pra minha surpresa a Ubisoft, deu um jeito diferente, bem criativo e que abre a possibilidade de continuar a franquia tranquilamente por mais 10 jogos. A surpresa vem ainda antes da entrada do game. No anuncio dos produtores. Quem manja dos paranauês vai se ligar do que estou falando.

No fim das contas, a Ubisoft novamente acertou a fórmula para mais um jogo desta magnífica franquia da qual sou muito fã (apesar dos bugs. Por favor Ubisoft, de um jeito nisso!!) Com a fórmula que nós já conhecemos, misturada a novidades bem legais, uma trama legal e empolgante e um tema tão legal e que estava tão carente de algo bom na cultura pop. Altamente recomendado, mesmo se não jogou os títulos anteriores.

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